. Em relação aos preços-pico históricos, a carne bovina enfrentou perda de 26,5%, enquanto a perda da carne de frango ficou em 25,5%, índices bem piores que os da carne suína, cujo preço médio recuou, internacionalmente, apenas 7,7%.
Até setembro último, porém, a carne de frango apresentava um bom ritmo de recuperação. A carne suína - cujos preços, em março de 2009, ficaram apenas 8% acima daqueles registrados no triênio 2002-2004 – fechou setembro com uma valorização de apenas 2,78% em relação ao pior momento da crise e, assim, apresentou sua valorização acumulada desde 2002-2004 não passa de 11%.
A carne bovina teve seu pior momento em janeiro, quando seu preço médio ficou apenas 11% acima daquele registrado no início da contagem (2002-2004). Mas em setembro já apresentava ganho de 5,41% e, dessa forma, chega a setembro com valorização acumulada total de 17%.
Já o frango teve seu pior preço em março, a exemplo dos suínos. Mas a perda observada foi bem menos significativa que a das carnes suína e bovina, já que, mesmo com o recuo abrupto a partir de setembro,o valor médio do produto ainda ficou, no pior momento, 46% acima da média registrada em 2002-2004. Desde lá até setembro (seis meses) os preços recebidos aumentaram 4,79% e, com isso, a carne de frango acumula uma variação total, desde o início do levantamento, de 53%.
Sintetizando, pois, a valorização das três carnes a partir do triênio 2002-2004, a da carne suína foi de 11%, a da bovina de 17% e a da carne de frango de 53%.
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