A constatação negativa se baseia na falta de laticínios da Região do Vale do São Francisco, em Pernambuco. Segundo o produtor, sem fiscalização de qualidade e laticínios que possibilitem a produção em larga escala e a venda para supermercados, situações como a citada continuarão acontecendo.
O presidente da Associação Agropecuária do Vale do São Francisco (Aprisco do Vale), em Santa Maria da Boa Vista, José Américo Leite, estão sendo feitos os últimos acertos para operacionalização de uma miniusina, que terá capacidade de receber 1.500 litros de leite por dia.
Segundo o gestor de caprinovinocultura da Unidade de Negócios do Sebrae Sertão do São Francisco, Bras Lomanto, os laticínios tornam a atividade de processamento e venda de derivados do leite muito mais ágil e lucrativa. “O número de cabras leiteiras seria maior e com isso, aumentaria a produção de derivados. Além disso, a comercialização desses produtos seria liberada para todo o Estado, trazendo maior lucratividade. Na verdade toda a região seria beneficiada, pois poderíamos fazer um trabalho para atender associações da agricultura familiar, com isso, estaríamos aumentando a renda de várias famílias”, explicou Lomanto.
Segundo o gestor do Sebrae, juntas, as usinas da Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Petrolina (Asccoper), que pode receber até 3 mil litros/dia quando em funcionamento, e da Aprisco do Vale produziriam pelo menos 450 kg de queijos coalho a cada 24h. (P.T.).
+ Página inicial Fonte: Jornal do Comércio
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